Depois de designar CV e PCC como grupos terroristas, os Estados Unidos anunciaram que vão impor tarifa de 25% sobre produtos importados do Brasil, à exceção daqueles essenciais para manter abastecido o mercado americano.
A primeira medida ajudou Flávio Bolsonaro a mudar de assunto do caso Dark Horse, apesar do lance de ontem de mandar a polícia para cima da produtora do filme, naquele timing perfeito do Estado de Direito nacional.
A segunda medida tem potencial de prejudicar o candidato bolsonarista, uma vez que o peso negativo recairá sobre os ombros dele e da sua família, assim como o tarifaço do ano passado.
Não importa se o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos elencou motivos pertinentes ou não para retaliar o Brasil, alguns deles bem antigos, como a falta de proteção à propriedade intelectual.
No jogo da política, o conteúdo não faz muita diferença, é o embrulho que determina a percepção geral.
O governo Lula, espertamente, já propala o caráter político-eleitoral da decisão americana, contra a qual ainda cabe recurso.
Temos à frente do coro o mini-me de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda, esse ideológico Dario Durigan, que entrou em modo de ofensiva midiática há coisa de quinze dias.
Ele disse que “é inaceitável que a gente receba esse tipo de pressão, de intimidação, perto do período eleitoral, a pretexto de dizer que está se preocupando com o Brasil ou com a higidez do nosso comércio. Porque quem está, de fato, preocupado somos nós mesmos com isso”.
Há muito tempo o governo brasileiro deixou o terreno do aceitável também, pondere-se, haja vista o tamanho do buraco nas contas que o menino Durigan relativiza com aquela seriedade preconizada pela teoria do medalhão e a regulamentação censória das redes sociais feita sob medida para calar a boca de oponentes incômodos.Depois de designar CV e PCC como grupos terroristas, os Estados Unidos anunciaram que vão impor tarifa de 25% sobre produtos importados do Brasil, à exceção daqueles essenciais para manter abastecido o mercado americano.
A primeira medida ajudou Flávio Bolsonaro a mudar de assunto do caso Dark Horse, apesar do lance de ontem de mandar a polícia para cima da produtora do filme, naquele timing perfeito do Estado de Direito nacional.
A segunda medida tem potencial de prejudicar o candidato bolsonarista, uma vez que o peso negativo recairá sobre os ombros dele e da sua família, assim como o tarifaço do ano passado.
Não importa se o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos elencou motivos pertinentes ou não para retaliar o Brasil, alguns deles bem antigos, como a falta de proteção à propriedade intelectual.
No jogo da política, o conteúdo não faz muita diferença, é o embrulho que determina a percepção geral.
O governo Lula, espertamente, já propala o caráter político-eleitoral da decisão americana, contra a qual ainda cabe recurso.
Temos à frente do coro o mini-me de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda, esse ideológico Dario Durigan, que entrou em modo de ofensiva midiática há coisa de quinze dias.
Ele disse que “é inaceitável que a gente receba esse tipo de pressão, de intimidação, perto do período eleitoral, a pretexto de dizer que está se preocupando com o Brasil ou com a higidez do nosso comércio. Porque quem está, de fato, preocupado somos nós mesmos com isso”.
Há muito tempo o governo brasileiro deixou o terreno do aceitável também, pondere-se, haja vista o tamanho do buraco nas contas que o menino Durigan relativiza com aquela seriedade preconizada pela teoria do medalhão e a regulamentação censória das redes sociais feita sob medida para calar a boca de oponentes incômodos.




