O senador Romário (PL-RJ) optou por manter a titularidade do mandato durante a Copa do Mundo de 2026, recusando a opção de licença e garantindo o salário de R$ 46.366,19 mensais pagos pelo Senado Federal, mesmo estando nos EUA por cerca de 40 dias como comentarista da CazéTV.
O senador tinha a possibilidade de se licenciar temporariamente, como fez em dezembro de 2025, quando se afastou por 120 dias sem remuneração e cedeu a vaga ao suplente Bruno Bonetti. Desta vez, escolheu acumular os dois papéis.
A assessoria do senador afirma que não há ilegalidade. Segundo a equipe de Romário, ele acompanha as pautas do Congresso à distância, participa de votações remotamente e os gabinetes no Senado e no Rio de Janeiro seguem abertos e em funcionamento.
O Senado confirmou que “não há impedimento legal” para que um parlamentar em exercício desempenhe atividade remunerada adicional, desde que haja compatibilidade de horários com as obrigações legislativas e respeito às vedações constitucionais.




