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Jovem recomeça vida profissional como corretora de imóveis e conquista independência ao lado de coleção de histórias

Jovem recomeça vida profissional como corretora de imóveis e conquista independência ao lado de coleção de histórias

Depois de enfrentar desafios para conquistar a própria casa, Rebeca Mendes decidiu ajudar outras famílias a realizarem o mesmo sonho

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Neste dia 27 de Agosto, celebra-se o Dia do Corretor de Imóveis, data criada a partir da criação da profissão no Brasil, em 1962. Hoje, são mais de 650 mil profissionais no país, segundo o Sistema Cofeci (Conselho Federal de Corretores de Imóveis). Mais do que intermediar negócios, os corretores ajudam famílias a tomar decisões e transformar planos em patrimônio. Foi também em busca de novas possibilidades que Rebeca Mendes, decidiu mudar de carreira e começar uma nova história no mercado imobiliário.

 

Aos 28 anos, Rebeca decidiu trocar a estabilidade de uma carreira na área de compras por um recomeço no mercado imobiliário. Formada em Psicologia, mas com trajetória profissional ligada à área comercial, encontrou na MRV a oportunidade de transformar sua experiência com vendas em uma nova carreira.

 

A mudança não foi simples. Sem salário fixo e diante dos “nãos” diários da corretagem, Rebeca teve um primeiro mês com uma venda e outro sem nenhuma. A virada veio no terceiro mês, quando fechou cinco negócios. “Foi quando eu pensei: se eu já venci o mês com um, venci o mês zerada e, no terceiro mês, fiz cinco, então tudo é possível aqui”, conta.

 

Pouco mais de um ano depois, a cuiabana não apenas consolidou uma nova carreira, mas também conquistou uma independência financeira que, segundo ela, mudou sua forma de enxergar o futuro.

 

Com a renda variável, aprendeu a se organizar financeiramente, criou uma reserva de emergência, trocou de carro e passou a sonhar com viagens internacionais. Também alcançou uma meta estabelecida desde o início: tornar-se uma corretora Black (profissional com melhor desempenho no programa de vendas da construtora, que recebe o reconhecimento máximo e acesso a benefícios exclusivos).

 

A escolha pelo mercado imobiliário também está ligada à sua própria história. Quando comprou o primeiro imóvel, Rebeca precisou reduzir gastos e buscar fontes de renda extras para realizar o sonho. “Tive que me organizar financeiramente e acabei fazendo trabalhos extras como garçonete, corridas de aplicativo, além do meu trabalho normal”, lembra.

 

A experiência despertou nela o desejo de ajudar outras pessoas a conquistarem aquilo que um dia também pareceu difícil. Por isso, decidiu se dedicar à venda de imóveis, principalmente para quem busca realizar o sonho do primeiro apartamento.

 

“Quando eu pensei em mudar de carreira, eu queria algo que fizesse sentido para mim. Eu gosto muito de me relacionar, de conversar, de conhecer novas histórias e de ajudar as pessoas”, conta Mendes.

 

Algumas histórias mostram que essa transformação vai muito além da assinatura de um contrato. Um dos clientes chegou até Rebeca com restrições financeiras e dificuldades para conseguir aprovação. Fanático por futebol, ele havia visto uma camiseta da seleção que ela ganhou em uma campanha da MRV. Rebeca prometeu entregá-la caso ele conseguisse comprar o imóvel naquele mês.

 

Com planejamento, o cliente conseguiu. A história ganhou um novo capítulo quando ele foi contratado para trabalhar na área de segurança do trabalho, justamente na obra do empreendimento onde havia comprado o apartamento.

 

“Esse cliente, com várias restrições e pendências, eu acreditei, ele acreditou, pagou, conseguiu aprovação, comprou e agora está trabalhando dentro da própria obra do apartamento dele”, conta.

 

Para Rebeca, é justamente aí que está o significado da profissão: usar a própria experiência para acreditar no potencial dos clientes e ajudá-los a transformar planos em conquistas.

 

“A gente tem esse papel fundamental, que é acreditar antes desse cliente e conduzi-lo nesse processo de transformação. Porque o primeiro imóvel muda a vida da gente”, afirma.

 

Hoje, atuando em Cuiabá e Várzea Grande, a corretora vê a mudança de carreira como uma escolha que exigiu coragem, planejamento e persistência. Para quem também deseja construir independência financeira por meio da corretagem, o conselho é direto: “Papel e caneta na mão, objetivo traçado, plano de ação e não desistir”.

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