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Investigado por crimes sexuais em GO é preso em Porto Alegre do Norte (MT); penas podem chegar a 42 anos

Investigado por crimes sexuais em GO é preso em Porto Alegre do Norte (MT); penas podem chegar a 42 anos

Um homem de 48 anos, investigado pela prática de diversos crimes de natureza sexual e procurado pela Justiça de Goiás, foi localizado no município de Porto Alegre do Norte e teve a prisão preventiva cumprida pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (10).

O investigado estava trabalhando em uma fazenda da região e foi localizado após os policiais receberem informações sobre seu possível paradeiro. A ordem de prisão havia sido expedida pela Justiça do Estado de Goiás.

O homem é investigado por estupro, previsto no artigo 213 do Código Penal; favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança, adolescente ou pessoa vulnerável, previsto no artigo 218-B do Código Penal; produção de conteúdo envolvendo violência sexual contra criança ou adolescente, previsto no artigo 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA); e posse ou armazenamento de material contendo violência sexual contra criança ou adolescente, previsto no artigo 241-B do ECA.

Considerando as penas previstas para os crimes investigados, a soma pode chegar a 42 anos de prisão.

Após receber as informações sobre o paradeiro do investigado, a equipe policial foi até a propriedade rural onde ele trabalhava. No entanto, ao chegar ao local, os agentes foram informados de que o homem estava de férias.

Os policiais então deram continuidade às diligências e, posteriormente, o investigado foi comunicado sobre a existência do mandado de prisão preventiva. Ele compareceu à Delegacia de Polícia Civil de Porto Alegre do Norte, onde a ordem judicial foi cumprida.

Depois dos procedimentos de praxe, o homem permaneceu preso e foi colocado à disposição da Justiça do Estado de Goiás, que deverá dar prosseguimento ao processo e às demais medidas previstas no caso.

A prisão preventiva não representa condenação. As acusações serão analisadas pela Justiça, enquanto o investigado permanece à disposição do Poder Judiciário para os procedimentos legais.

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