O fim da alíquota zero de PIS/Cofins sobre insumos agrícolas voltou a colocar em pauta os impactos da tributação sobre a produção rural e seus possíveis reflexos no bolso dos consumidores. A medida passou a valer em abril de 2026 e reintroduziu a cobrança dos tributos sobre produtos essenciais, como fertilizantes, sementes e defensivos agrícolas, elevando os custos de produção no campo.
Representantes do agronegócio afirmam que a mudança aumenta as despesas dos produtores, principalmente dos pequenos e médios, que possuem menor capacidade financeira para absorver os novos custos. Segundo entidades do setor, parte desse aumento poderá ser repassada ao longo da cadeia produtiva, chegando ao preço final de alguns alimentos.
O tema também ganhou repercussão no cenário político. Críticos da medida argumentam que a tributação pode pressionar ainda mais a inflação dos alimentos, enquanto o governo sustenta que a alteração faz parte do processo de reorganização do sistema tributário e do ajuste das contas públicas, em meio à transição da reforma tributária.
Economistas ressaltam, porém, que o impacto sobre os preços nos supermercados não depende apenas da tributação. Fatores como clima, produtividade das lavouras, oferta e demanda, custos logísticos, taxa de câmbio e comportamento do mercado internacional também exercem influência direta na formação dos preços.
Dessa forma, embora haja expectativa de aumento nos custos de produção para parte do setor agrícola, ainda não é possível afirmar com precisão qual será o efeito no valor dos alimentos para o consumidor final. O comportamento do mercado nos próximos meses será determinante para medir a dimensão desse impacto.
Representantes do agronegócio afirmam que a mudança aumenta as despesas dos produtores, principalmente dos pequenos e médios, que possuem menor capacidade financeira para absorver os novos custos. Segundo entidades do setor, parte desse aumento poderá ser repassada ao longo da cadeia produtiva, chegando ao preço final de alguns alimentos.
O tema também ganhou repercussão no cenário político. Críticos da medida argumentam que a tributação pode pressionar ainda mais a inflação dos alimentos, enquanto o governo sustenta que a alteração faz parte do processo de reorganização do sistema tributário e do ajuste das contas públicas, em meio à transição da reforma tributária.
Economistas ressaltam, porém, que o impacto sobre os preços nos supermercados não depende apenas da tributação. Fatores como clima, produtividade das lavouras, oferta e demanda, custos logísticos, taxa de câmbio e comportamento do mercado internacional também exercem influência direta na formação dos preços.
Dessa forma, embora haja expectativa de aumento nos custos de produção para parte do setor agrícola, ainda não é possível afirmar com precisão qual será o efeito no valor dos alimentos para o consumidor final. O comportamento do mercado nos próximos meses será determinante para medir a dimensão desse impacto.





